quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Mágoa









Mágoa que fere que dói que não passa
Que deságua oceano de lamentos
Ventos gritam, uivam, sofrem e gemem
Cenário de dor, apocalipse
Por que me rendo assim assim sem luta
E deixo a mágoa ser?
Alimento o monstro que cresce e me domina
Sina?


Eduardo Medeiros, 02/11/2016
Postar um comentário