segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Atíria e a Ilha Perdida




QUEM ATREVESSOU A pré-adolescência nos anos 70 e início dos 80 lembram deles: A Coleção Vaga-Lume da editora Ática. 
Li vários livros dessa coleção quando era moleque nas pausas do futebol, da bola de gude e do pique-bandeira. É bom saber que a coleção continua aí, firme e forte presente em grande número de escolas. Desde seu lançamento, a coleção Vaga-Lume vem incentivando a leitura entre os jovens. Triste é ver estudantes lendo apenas "pra passar na prova". Aliás, eu amava ler os livros da coleção mas odiava ter que fazer provas sobre eles! 
Para mim a prova sobre o livro tirava um pouco da magia que eles tinham para mim. É claro que a análise literária de um livro não tira a "sua magia", mas era assim que eu via quando tinha 12 anos.

Dentre os vários da coleção, dois me marcaram profundamente: A Ilha Perdida, de Maria José Dupré, e o Caso da Borboleta Atíria, de Lúcia Machado de Almeida. Minha imaginação deu pinotes de satisfação junto a Atíria e o perigo de investigar quem matou a noiva do príncipe Grilo e a Henrique e Eduardo em sua aventura perdidos numa ilha que já era perdida...

Confesso que não lembro dos detalhes das histórias, afinal, li há mais de 38 anos! Outra dia fuçando um sebo me deparei com um exemplar da Ilha Perdida. Não tive dúvidas, comprei-o. Preciso relê-los e quem sabe, voltar a ter a experiência de deslumbramento que tive quando era apenas um moleque de 12 anos. Coisas que só a leitura podem oferecer.




___________________________________
Um artigo no site da livraria Saraiva sobre a importância da coleção Vaga-Lume
Postar um comentário